Adeus, Marina Silva! Adeus, ecotalibãs: Novo Código Florestal começa a ser incorporado ao ensino de graduação

Assuntos são abordados em sala de aula por professores de Agronomia e Engenharia Ambiental

O cumprimento de normas ambientais é uma necessidade da agricultura brasileira. Entre as bases que norteiam essas leis está o Novo Código Florestal Brasileiro, que passou por reformulação e foi promulgado agora em 2012, pela presidente Dilma Rousseff. Para estar de acordo com as exigências legais é preciso entendimento.

A Unoeste forma profissionais para atuação nas áreas agrícola e ambiental, por meio dos cursos de Agronomia e Engenharia Ambiental. Como o embasamento relacionado ao assunto é fundamental, as graduações ofertam disciplinas que orientam e informam os acadêmicos sobre esses aspectos legais.

Luiz Kazuomi Yamamoto ministra a disciplina de Legislação Agrária e Perícias Rurais. “A intenção é esclarecer o que as leis do novo código querem dizer, bem como as peculiaridades de cada capítulo. Vale ressaltar que os universitários já devem estar cientes de que existem muitos entraves e trâmites para a aplicação das regras, por parte dos órgãos ambientais competentes”, informa.

O professor do curso de Agronomia, que atua como perito judicial e ambiental há mais de 30 anos, destaca que esse campo é muito promissor. “Dos milhares de agrônomos que se formam por ano no Brasil, nem 1% entende de questões ambientais e fundiárias. Aquele que se dispuser a trabalhar no segmento, com certeza, obterá êxito no mercado”, completa.

Leila Maria Esturaro é advogada e docente do curso de Engenharia Ambiental. Entre as disciplinas que ministra na graduação ela é responsável por Legislação Ambiental. “As leis são ferramentas imprescindíveis para que se faça o uso dos recursos naturais de maneira correta conciliando a parte produtiva com o meio ambiente. Oferecemos aos alunos um importante suporte para que eles entendam essas resoluções, que exigem uma leitura que vai além das palavras. Vale destacar que uma grande dificuldade no cumprimento das normas é aplicabilidade real e cotidiana. As pessoas acreditam que as regras são boas só para os outros, por isso, educamos os nossos alunos a respeito disso”.

Serviço – A matéria completa está disponível na última edição do Caderno Unoeste, na página 16.

Notícia disponibilizada pela Assessoria de Imprensa da Unoeste

Comentários

Carlos A. A. disse…
Fico pensando no seguinte: Fazer hoje curso de engenharia ambiental será que não seria um pouco arriscado?
Pelo menos por um tempo haverá muita demanda para projetos ambientais devido o cumprimento da nova lei. Provavelmente o produtor rural vai ter que declarar no CAR o que ele tem de irregular e fazer por força da lei no devido prazo. Mas depois disso será que um engenheiro ambiental terá muito o que fazer? Esse negócio de tentar fazer florestas conciliadas com outras culturas ou mesmo para explorar posteriormente o produtor vai tirar de letra. Só se inventarem uma fórmula em que florestas dê mais renda que outra cultura para o produtor precisar de serviços ambientais posteriormente. Posso até estar errado, mas talvez engenheiro florestal vai ser uma profissão promissora só em alguns estados onde a agricultura ainda vai brigar com as florestas.
Adeus donos de terras, adeus agricultores, vão perder boa parte de suas áreas agriculturáveis em APPs. com o novo Código Florestal verde!!!!
Ciro Siqueira disse…
Adeus para você também, AgroTalibã!
VOCÊ MUDOU MUITO, HEIN! ALGUMA ONG JÁ MOLHOU A SUA MÃO?

A SUA ATITUDE ESTÁ FAZENDO OS AGRICULTORES PARTICIPAREM CADA VEZ MENOS DE SEU BLOG, POIS A MAIORIA NÃO CONCORDA COM SEUS ATAQUES QUE VOCÊ FEZ CONTRA O CAIADO, E CONTRA TODOS QUE NÃO CONCORDAM COM VOCÊ QUE JÁ ESTÁ MAIS PARA AMBIENTALISTA DO QUE PARA AGRICULTOR.

DE NOVO EU PERGUNTO: ELES TE MOLHARAM A MÃO? MUITO DINHEIRO?

VOCÊ DEVERIA ESTAR DEFENDENDO OS AGRICULTORES E NÃO OS CHAMAREM DE AGROTALIBÃ, ALÉM DE SER ALTAMENTE SENSÍVEL.

VOCÊ DEVE SER UM CARA BEM IGNORANTE.
jerson disse…
tambem acho, as coisas mudam, por isso nbem comento muito, acho que ele esta querendo se candidatar nas próximas eleições. rss.
e1000 disse…
A demanda para engenharia ambiental também vem de licenças ambientais para qualquer empreendimento industrial, postos de gasolina etc..

Espero que a Engenharia Ambiental também entre em açao no setor de saneamento pois 70% dos lares brasileiros nao tem saneamento básico.. ou seja.. jogam esgoto diretamente nas águas puras e limpas cujas nascentes ,rios e córregos, os produtores rurais (grandes viloes ambientais) protegem..
Unknown disse…
Ciro,
Gostaria de que também postasse uma matéria orientativa para os profissionais, como eu - que te acompanha já um bom tempo - quais os passos e material da legislação devemos nos basear para projetos ambientais, mais precisamente, para os protocolados na SEMA-PA, como CAR, LAR para Bovinocultura e Agricultura, com atualizações pós Novo Código Florestal, pois além da nova Lei, sei que sairam complementações. Obrigado.
Carlos A. A. disse…
Senhores, vcs não sabem como esse blog se tornou importante a todos. É como ter um norte a seguir. A inteligência do Ciro em fazer e buscar as matérias, os comentários de todos vcs que acompanham o blog, se tornou para mim e creio que para muitos uma ferramenta indispensável no dia a dia para ver e conhecer o inimigo que nos cerca e nos ataca. Serviu também para enxergar a lavagem cerebral que é feita por meios de comunicação e ambientalistas radicais a maioria das pessoas usando discursos e reportagens apaixonadas pelo meio ambiente, iludindo a todos, mas que não retratam a verdade dos fatos e causando prejuizo principalmente a nossa classe de agricultores.
Me recuso a acreditar que alguém daqui possa passar para o outro lado, mas talvez compreender um pouco ou ser um pouco mais maleável com a realidade agora imposta.
Creio que devemos ficar atentos, mais JUNTOS sempre defendendo essa nossa causa que é verdadeiramente justa. De uma certa maneira tembém conhecemos através deste blog muitos amigos, sem nunca ter se visto mas compartilhando sempre os comentários, idéias e pensamentos que creio ter servido a todos.
jerson disse…
concordo com vc. Carlos A.A.mas as vezes a coisa parace caminhar para outro lado.
Concordo com você Carlos..inteiramente.

Não tenho nada contra o Ciro, mas ele parece ter alguma coisa contra mim, mas não vou perder o meu tempo porque ele me chamou de agro-talibã.

Sim, é importante o trabalho dele e de todos nós agui, e importante ficarmos juntos, mas é impressão minha ou ele passou mesmo pro outro lado?

Se ele passou pro outro lado, em vão é esse Blog.

(Vocês notaram ou é impressão minha. Ele apagou "alguns" textos de alguns posts daqui do Blog?)

Entendo, talvez está inseguro com as coisas que ele vem descobrindo, até através de nós, ou em último hipótese, MOLHARAM a mão dele, mas isso é menos provável, mas nunca se sabe.

Pediria a Ciro para não usar mais o termo "agro-talibã" contra nós, pois isso só alimenta o outro lado e os fazem alegres, além de ser um ato de desreipeito.



Sim, Jerson, este blogueiro mudou muito, ele parece bastante perturbado, as vezes se apresenta totalmente possesso pelo demônio GAIA(da "natureza").

Acho que ele já se converteu a Ditadura verde e odeia todos aqueles que são contra a imposição de RL, APPs nas margens de rios e morros, a estes, ele os tacha de "TERRORISTA DO AGRO".

Não me admiraria ver o Ciro ensinando seus clientes como plantar árvores para salvar o planeta...risos.



Ciro Siqueira disse…
Vejam como são as coisas. Eu faço a josta desse blog há anos roubando tempo das minhas filhas e da minha família, recebendo pressão de todo lado, perdendo sono, sem nunca ter recebido um único real de ninguém e ainda tenho que ouvir essas coisas de alguém que não tem coragem sequer para sair da segurança do anonimato.

Quando quiser me acusar de receber propina para enganar produtor rural, meu caro agrotalibã de merda, tenha a hombridade de dizer isso na minha cara para que eu tenha a chance de lhe mostrar o que acontece quando se desrespeita um homem.

Considero a reforma do Código Florestal um momento importante não apenas porque derrotamos Marina Silva e suas ONGs, mas porque achamos um caminho alternativo também para o Agro. Pode não ser o caminho ideal, mas é um caminho e não um beco sem saída onde alguns idiotas gostariam de nos manter.

Quem não quiser trilhar esse caminho que apeie agora e volte para a merda onde estava.
emanuel disse…
> Ciro, eu te admiro muito e estou certo que teu blog vai fazer muita falta! Melhor faço eu, Engº Agrº, produor rural, que oriento meus dois filhos a não se tornarem produtor de alimentos neste Brasil onde produtor rural é perseguido pelo meio ambiente que confiscou 20, 35 e 80% de seu patrimonio, perseguido pelo Ministerio do Trabalho, pela FUNAI, sem poloitica de preços minimos, sem escolas, sem telefone, sem saude, sem internet...o meio rural não tem nada!!!! Invistam em academias, moteis, condominos, etc..nada rural, é só perseguição.!