Aldo Rebelo sobre a verve do ambientalismo

Aldo Rebelo aponta a farsa do ambientalismo
internacional.
Caros, segue abaixo mais uma compilação de mensagens enviadas pelo Ministro Aldo Rebelo via twitter sobre a atuação do ambientalismo internacional em países como Brasil e sobre a guerra do Código Florestal.

O ambientalismo neocolonial e neomalthusiano disputa uma batalha de vida ou morte no Brasil em torno do Código Florestal.

Para Malthus, não havia lugar para os pobres no banquete da natureza, daí ter se insurgido contra leis de proteção aos pobres na Ingleterra.

Malthus foi desmascarado por Marx e Enges. Marx chamou a tese de Malthus de libelo contra a raça humana. Engels disse que para Malthus, a terra já estaria superpovoada quando teve o seu primeiro habitante.

Os neocolonialistas malthusianos voltaram ao ataque com o clube de Roma, com a tese de que não haveria recursos naturais para todo mundo. Portanto, os pobres (países) deveriam abandonar sua pretensão ao crescimento, pois só havia recursos para os ricos.

O "Farms here, Forests there" é mais ou menos a mesma coisa. Fazendas e produção aqui (EUA) e florestal lá (Brasil) com bolsa crédito de carbono.

A campanha das Ongs estrangeiras e seus lacaios locais demoniza a agricultura e os agricultores brasileiros como inimigos da natureza. Atrás de tudo, um grande negócio para Ongs, seus agentes e agricultores norte-americanos e europeus.

O desespero é fruto do desmascaramento do papel e dos interesses das Ongs estrangeiras e de seus financiadores. Perderam o debate, a votação, restou, como sempre, a chantagem.

O ambientalismo ocupou o espaço da guerra fria na geopolítica mundial, como pregou Al Gore em Terra em Balanço. O uso dos recursos naturais protagoniza uma disputa entre países ricos e pobres, desenvolvidos e em em desenvolvimento, mobilizando inteligência e propaganda como é o caso do Código Florestal.

Ao mesmo tempo as Ongs se põem a serviço do capitalismo para substituir processos e produtos industriais cujas patentes caducam. A tática é acusar produtos e processos que perderam patentes de nocivos ao ambiente e trocá-los por novos e patenteados pelos monopólios. A pressão internacional pela mudança das leis de patentes em todo o mundo nos anos 90 era a "limpeza de terreno" para o que viria depois.

Que os ambientalistas verdadeiros não se deixem iludir com o uso que se fez de uma causa nobre, da mesma forma que os democratas não devem se iludir com o uso da democracia para as guerras do Iraque, Líbia e Afeganistão, onde foi usada como pretexto.


A foto é de Fábio Rodrigues Pozzebom, da Agência Brasil.

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