De quem é a culpa do desmatamento? (I)

Vestígios de uma época em que desmatar não era imoral nem ilegal. O tratamento aistórico dado pelos talibãs do ambientalismo fundamentalista, as ONGs de meio ambiente, o marinismo, mede pela régua moral de hoje, gente que agiu tendo como base outro padrão de medida moral.

Anistia pressupõe culpa. Nenhum inocente pode ser anistiado. Leia abaixo o texto do cartaz acima:

Dizia-se que a Amazônia era um inferno. Um inferno verde.
Mata fechada, solidão e silêncio. Um inferno onde todos estavam longe de tudo. Longe até o progresso.
O Banco do Brasil nunca levou isso a sério.
Tanto que sua segunda agência foi instalada justamente em Manaus.
Vá lá conferir. Vá ver gente barulhenta trabalhando sem parar nas novas indústrias. E o Banco do Brasil emprestando dinheiro.
A Zona Franca e os incentivos fiscais estimulando o desenvolvimento. E o Banco do Brasil emprestando dinheiro.
A Transamazônica quebrando aquela solidão e aquele silêncio.
E o Banco do Brasil emprestando dinheiro.
Para o Banco do Brasil o inferno nunca existiu nesse país.


Peço aos leitores que eventualmente tenha imagens como essa que enviem ao blog para que possamos ressaltar a forma aistórica como o ambientalismo aborda a questão agrícola.

Essa e outras fotos estão na página do Blog do Código Florestal no Facebook.

Comentários

Ciro Siqueira disse…
Deputado Aldo Rebelo acabou de publicar em seu twitter:

Convocados pelo governo,milhares de brasileiros foram para a Amazônia ocupar e plantar nos anos 70,80 e 90. Aquilo que o Estado estimulava,o mesmo Estado transformou em "crime".

Agora os heróis do "plante que o governo garante" são colhidos em situação absurda:"anistiados" por um crime que nunca cometeram.

Todo o Oeste paulista,o PR e o MT foram ocupados da mesma forma:derrubar e plantar com incentivo do governo,desde Vargas. Os agricultores fizeram sua parte e o País ampliou a produção de grãos e carne.Hoje são tidos como "criminosos" pela Lei.
A culpa do desmatamento não é de governos nem de produtores.

Ninguém produz se não houver quem compre.

A culpa do desmatamento é dos consumidores, a maioria urbanos das classes média e rica nas cidades.

Os consumidores são tão irresponsáveis, comodistas e omissos que não aceitaram nem mesmo reduzir o consumo das tais sacolinhas plásticas e obrigaram os supermercados de São Paulo/SP a voltar atrás.

São estes que clicam na internet votando pela Preservação na terra dos outros, contra o novo Código Florestal, ou pelo veto da Dilma!