Novo Código Florestal: plante essa ideia

A Associação Brasileira do Agronegócio da região de Ribeirão Preto (ABAG/RP), e o Instituto ARES, vem acompanhando atentamente as discussões sobre as modificações do Código Florestal, contribuindo com informações para tomadas de decisões em prol da produção sustentável de alimentos, fibras e energia, e do meio ambiente. Fruto de uma parceria entre a ABAG/RP e o Instituto ARES, foi elaborado um vídeo para esclarecer o projeto aprovado na Câmara.

O novo Código Florestal representa segurança jurídica e alimentar, bom senso e compromisso ambiental. plante esta ideia:
Com informações da Abag e Beefpoint

Comentários

"ÁREAS CONSOLIDADAS NÃO TÊM GARANTIA DE CONTINUIDADE...."


TÁ AÍ UM GRANDE PROBLEMA QUE O MISERÁVEL AGRICULTOR TERÁ DE ENFRENTAR PORCAUSA DA GRANDE FALHA DELE MESMO E PRINCIPALMENTE DA LIDERANÇA QUE DEVE FAZER PRESSÃO PARA QUE ISSO SEJA MUDADO.

UMA VEZ O AGRICULTOR ENCERROU ATIVIDADE NUMA APP, NUNCA MAIS PODERÁ VOLTAR A SUA ATIVIDADE NAQUELA ÁREA.

ESTE NOVO CÓDIGO FLORESTAL TRAZ QUASE OU NENHUMA VANTAGEM PARA O AGRICULTOR COM ESTES APERFEIÇOAMENTOS" QUE VEM SENDO SUBMETIDO.

O AGRICULTOR FOI ENGANADO!
Beto Natureza disse…
Esta mensagem é apenas para o moderador. Eu acabei de inserir um comentário ai no seu Blog. Tudo o que falo tem bibliografia que embasa. Não faço nenhuma afirmação sem ter como provar. Mas mesmo assim eu tenho quase certeza que você não vai inserir o meu comentário, porque sei que, pela minha experiência, na maioria dos casos os ruralistas não tem compromisso com a verdade. Me surpreenda, prove que eu estou errado ao seu respeito e publique aquele meu comentário que enviei, pois eu argumento com respeito aos adversários. Eu não trato os outros da maneira como se referiu a Marina com um profundo derrespeito. Eu pretendo inserir mais comentários, rebatendo ponto por ponto do que a banca ruralista fala, sempre indicando fontes e links e uma boa argumentação. Se você for um cara de boa fé, mas um pouco teimoso, você não vai publicar os meus comentários. Mas não importa, eu quero convencer é você. Não dá para um pequeno grupo, latinfundiários, ficar contra a própria comunidade científica em peso, inclusive aquela que desenvolve as tecnologias que vocês usam. Se quem entende do assunto, em peso está do lado dos ambientalistas, isto é o sufuciente para qualquer pessoa sensata se posicionar ao lado dos ambientalistas. Aliás, toda a Sociedade Civil Organizada, não só as ONGs ambientalistas de prexe, mas a OAB, CNBB, a via campesina (uma coalizão de várias entidades dos pequenos produtores, e a opinião pública (como mostra as pesquisas de opinião pública)esta do lado dos ambientalistas. Os ruralistas contra toda a sociedade. Assim não dá para falar dos fundamentalistas ambientais.
Ciro Siqueira disse…
Prezado Beto, seja bem vindo ao blog do Código Florestal.
Todos os seus comentários, assim como este, serão publicados tão logo eu tenha tempo de respondê-los.
Uma das cosias que mais tenho preguiça de fazer é responder a essas bobagens que vocês postam aqui.
Braso disse…
Esses ambientalistas como esse Beto, com nariz empinado e transvertido de intelectual, são os que eu não gosto de entrar em debate, os pseudos intelectuais falam um monte de besteiras como falar em nome da CNBB e "cientistas", fique ele sabendo que nas paroquias pelo interior desse Brasil os padres já estão defendendo ostensivamente as APPS consolidadas e assim por diante.
Ciro Siqueira disse…
Não espanta a mutuca da orelha dele, não. Deixa que eu vou desancar ele já já.
Ana disse…
Assim como Deus é Deus e o Diabo é Diabo, um discurso torna-se inconsistente quando por meio de teorias prega-se uma coisa e faz-se outra. Um exemplo que soa falso é o discurso sobre APPs. Uma pessoa consciente sobre as exigências que norteiam as regras para as áreas de preservação permanente, antes de proferir uma opinião deve certificar-se se realmente ela própria não estaria fazendo uso de uma, mesmo ainda que não seja o proprietário da mesma. Estádios de futebol, aeroportos, avenidas, rodoviárias, residências, chalés nos morros, desvios de rios, escolas, etc. podem estar servindo de local e ocupação para aqueles que protestam. Os mesmos motivos que levam a repudiar ocupantes de uma área dita preservada em zona rural devem ser os mesmos para deixar de ir ao supermercado se o mesmo estiver numa avenida como a Paulista, ou cancelar um vôo, partida de futebol, abandonar um hospital, fechar cemitérios, igrejas e tantos outros. Se de um lado temos uma sociedade que busca elementos de sobrevivência ao abrir um negócio, aqueles, ditos ruralistas, também. Muitas vezes, o proibido que se avista ao longe pode estar embaixo dos pés e aquele que se recusa a analisar sob a ótica do bom senso pode ser por desvio de caráter , e se existir uma lei que sustente o disparate, o desvio é da lei “ sem caráter”.