Código Florestal: Grandes ONG fazem lavagem cerebral em jornalistas

O Grrenpeace, SOS Mata Atlântica, WWF, The Nature Conservancy e outas grandes ONGs internacionais que atuam no Brasil patrocinaram um seminário ontem em Brasilia. O público alvo do seminário eram os jornalistas. A nata do fundamentalismo ambiental fez fila para falar bobagens sobre o Código Florestal para um público urbano que confia nas ONGs e sem defesas contra os sofismas enfileirados pelo zambientalistas.

Os fundamentalistas chegaram a afirmar para a platéia que "as grandes questões em disputa na reforma do Código Florestal são de caráter econômico, ligadas ao mercado internacional de commodities agrícolas." Eles têm razão. As ONG atacam nossa agricultura forte com o objetivo e enfraquece-la e falicilitar a concorrência da agricultura fraca dos países que financiam as ONGs. O deputado Aldo Rebelo diz isso direto. Mas o Greenpeace usou a afirmação para dizer aos jornalistas crédulos que quem tem interesse em mudar o Código Florestal é a Bunge, a Cargiil e as multinacionais. Como se as ONGs não fossem também multinacionais com interesse em esculhambar nossa agricultura. Acordem jornalistas!! Vocês estão sendo usados. Façam o seu trabalho. Investiguem. Formem sua própria opinião.

Um dos patetas que palestrou no evento, o procurador do Estado do Paraná, Carlos Marés, chegou a confessar que o Código Florestal "permite a intervenção do Estado na propriedade privada.” O procurador sequer tem a dimensão das consequências práticas de se acabar com o direito de propriedade da terra e os jornalistas nem perceberam o absurdo. É exatamente disso que se trata. Os verdes acham lindo transformar a terra em provedora do bem comum mais ou menos como Hitler tentou fazer com as fortunas dos judeus da Europa. Eles sequer cogitam as consequências de tornar a propriedade da terra tão onerosa a ponto de desestimular sua prática. Eles falam essa asneira com a tranquilidade de um inconsequente. Veja nesse vídeo onde o Sarneyzinho diz a mesma tolice:
video

Mas isso nem foi o pior, na minha leitura. O fundametalista ambiental Sérgio Leitão, do Greenpeace, disse que companhias que dominam o mercado de agricultura e alimentos no mundo, como Monsanto, Bunge e Cargill, "transformaram os agricultores brasileiros em peões sem carteira assinada". Entenderam? O greenpeace agora é defensor dos agricultores brasileiros contra a opressão das multinacionais. E os jornalistas não perceberam a pilantragem do Leitão do Greenpeace (não confundir com o Leitão da Globo).

Outro fundamentlista do Greenpeace, o Paulo Adário, disse à plateia de crédulos que "a reforma reflete a intenção das grandes empresas de desmatar para incluir novas áreas no sistema de produção e anistiar todas as propriedades que exterminaram florestas ilegalmente". Não entendi porque Adário não incluiu as sete pragas do Egito e o apocalipse da Biblia.Paulo Adário está mentindo. É mentira. O texto aprovado na Câmara não libera desmatamento e tem o objetivo e consolidar as áreas agrícolas existentes, sobretudo no sudeste, evitando que agricultura seja destruída para o plantio de Reserva Legal, como exige o Código Florestal e como quer o Greenpeace. O Adário e o Leitão querem destruir áreas agrícolas no Brasil, mas eles não tocaram no assunto do passivo de Reserva Legal no seminário para jornalistas.

Atenção joranlistas perguntem ao Adário e ao Leitão o que fazer com o passivo de Reserva Legal existente no sudeste. Eles provavelmente vão enrolar, desconversar para não fazem como fez outro fundamentalista ambiental, João de Deus Medeiros, no Estadão. Medeiros afirmou: "se for preciso arrancar plantações para recompor florestas, isso será feito. Leia você mesmo no Estadão. É isso o que eles querem, mas vão tergiversar mais ou menos como fez o Marina's boy, André Lima, nesse debate tentando responder a essa pergunta feita por mim:
Acordem jornalistas, acordem braslieiros urbanos!!

Agora vejam essa, para fechar com chave de ouro. O procurador Carlos Marés disse que “a reforma do Código Florestal não se ocupa da produção de alimentos, mas da reprodução do capital.” Entenderam? Nem é de ambientalismo ou proteção ambiental que eles estão falando. É de marxismo.

Acordem jornalistas!! Acordem gente da urbe!! Os fundamentalistas de ½ ambiente, as ONGs, estão se aproveitando da confiança que vocês têm neles, eles estão se aproveitando da consciência que vocês têm de que é necessário proteger o meio ambiente para usá-los em prol de interesses que são DELES e não nossos.

É preciso SIM proteger o meio ambiente, mas não podemos destruir nossa agricultura no processo. As ONGs não se importam de destruir nossa agricultura. Na verdade eles preferem assim. Depende de vocês diferenciar as pilantragem das ONGs e as reais atitudes de preservação soberana dos nossos recursos naturais.

Comentários

Luiz Prado disse…
Em países sérios - ou nos países de origens dessas ONGs -, tentar interferir nos assuntos da política interna com dinheiro contrabandeado do exterior daria confusão.