Desmatamento na The Economist


A revista inglesa The Economist trás na sua edição de hoje uma extensa reportagem de capa sobre o fim do desmatameto na Amazônia. Apesar se trazer de volta um paradigma já morto, o que as florestas tropicais são o pulmão do mundo, a reportagem ressalta a importância de se efetivar os esforços de pagamentos por serviços ambinetais.

Apesar de ser otimista em relação à recente redução do destamento no Brasil o texto se mostra cético em relação ao financiamento dos esquemas de pagamentos por serviços ambientais.

Leia um sample do texto em inglês. A reportagem completa tem 14 páginas e só pode ser lida na revista ou por assinantes.

Comentários

Luiz Prado disse…
Os Eua não se comprometem com metas de redução de gases causadores de mudanças climáticas, a Inglaterra falsifica informações e não consegue atingir as metas com as quais se compromteu, ambos estão com gigantescos romobos nas contas nacionais, e ainda falam em pagar por serviços ambientais em outros países? Até aí, dá para entender a mentira. Que os daqui tentem fazer os outros acreditarem nela em benefício de uns grupos de paulistanos e de ONGs gringas bem remuneradas é que realmente não dá!
JJ disse…
@Luiz Prado: Os USA não só exageram em tudo mas também já estão investindo em àreas que em 100 anos vão se valorizar como resultado do efeito estufa etc.
Temos que nos unir a países como a alemanha e ser a vanguarda na proteção ambiental. Temos que preservar MUITO o brasil e trazer outros países a pagarem suas multas ambientais pagando dinheiro a donos de àreas de proteção ambiental aqui.
Luiz Prado disse…
DE FATO. AGORA SÓ RESTA COMBINAR COM O TIME ADVERSÁRIO QUE ELE DEVE PAGAR A CONTA. O APOIO DA UNIÃO EUROPÉIA PARA ENERGIAS RENOVÁVEIS NA ÁFRICA É ASSIM: CONSULTORES EUROPEUS, EMPRESAS EUROPÉIAS, TECNOLOGIAS EUROPÉIAS E EQUIPAMENTOS EUROPEUS.....

A LIDERANÇA ALEMÃ SE DÁ NO CAMPO DA TECNOLOGIA E DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE SEGURANÇA (LEIA-SE AUTO-SUFICIÊNCIA ALIMENTAR) E ENERGÉTICA.

MAS, SIM, TEMOS QUE PROTEGER NOSSOS RECURSOS HÍDRICOS, POR EXEMPLO, E ISSO NÃO ESTAMOS FAZENDO.